Apresentação

Blog: Heranças teratogênicas Apresentação: Faculdade Independente do Nordeste - FAINOR

Agentes Teratogênicos

Define-se como agente teratogênico qualquer substância, organismo, agente físico ou estado de deficiência, que estando presente durante a vida embrionária ou fetal...

Doenças

Doenças provocadas pelos agentes teratogênicos...

Como as drogas atravessam a placenta?

Na placenta, o sangue materno passa pelo espaço (espaço interviloso) que envolve os vilos (projeções diminutas) que contêm os vasos sanguíneos do feto...

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domingo, 16 de novembro de 2014

Microftalmia:

A microftalmia e a anoftalmia são termos que descrevem a presença de um globo ocular de tamanho menor do normal, ou a ausência dele (anoftalmia).

A anoftalmia e a microftalmia podem ser produzidas em ambos os olhos, nesses casos é denominada bilateral. A microftalmia é mais frequente que a anoftalmia. Pode se apresentar com a forma de um globo ocular apenas menor, até só um vestígio do globo ocular, muito parecido com a anoftalmia. A distinção entre microftalmia extrema e anoftalmia somente pode ser realizada através de um exame histológico que indique se existiu algum tipo de desenvolvimento embrionário do globo ocular.

Nem sempre é possível conhecer as causas que provocam tal condição. Em alguns casos está relacionado à variação em um cromossomo, em outros à mutação de um gene. Alguns dos genes identificados que podem estar envolvidos são: SOX2, SIX6 e PAX6. Também podem influenciar fatores ambientais como a exposição ao álcool e às drogas, à talidomida e à rubéola. Estudos recentes demonstraram que a exposição a certos químicos como o fungicida benomyl pode provocar danos no desenvolvimento embrionário do olho. Apesar dos grandes avanços dos últimos anos, em muitos casos não é possível conhecer a causa precisa da microftalmia e da anoftalmia.

Como forma de tratamento realiza-se a adaptação de conformadores (dispositivos transparentes elaborados), que vão aumentando em conformidade com o crescimento da órbita da criança, para depois adaptar uma prótese ocular pintada à mão. Cada conformador é elaborado artesanalmente de acordo com as características precisas da cavidade orbitária da criança.


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Catarata:

A catarata é uma opacidade do cristalino (lente natural do olho). Para pessoas que têm catarata tem a visão nublada, como se olhassem por uma janela embaçada ou enevoada. Essa visão nublada pode tornar mais difíceis tarefas como ler, dirigir um carro ou interpretar a expressão das pessoas.

A maioria das cataratas se desenvolve lentamente e não perturba a sua visão desde o início. Mas com o tempo, a catarata acabará por interferir na visão. Em um primeiro momento, iluminação mais forte e uso de óculos podem ajudar a lidar com a catarata. Mas se a visão prejudicada interfere com as atividades normais, é necessário fazer a cirurgia de catarata. Felizmente, a cirurgia de catarata costuma ser um procedimento seguro e eficaz.

A catarata congênita está presente no nascimento ou se forma durante o primeiro ano de um bebê. Esse tipo é menos comum do que catarata relacionada à idade. Esse tipo de catarata nem sempre apresenta sintomas e pode ser removida se ela interfere com a visão do bebê. A catarata congênita pode se desenvolver se a mãe tiver uma infecção ou abusa de substância como drogas e álcool durante a gravidez. A catarata congênita ocorre em um a cada cinco mil nascimentos.

 

Hipoplasia Maxilar:

Hipoplasia maxilar é a falta de desenvolvimento dos ossos do maxilar superior. Esta condição pode dar uma aparência facial metade submersa, e faz com que a mandíbula inferior sobressai mesmo se anatomicamente normal. A cirurgia corretiva está prestes a mudar a posição da mandíbula superior para atender às preocupações estéticas e de saúde associados à hipoplasia maxilar. Ela pode ser realizada na infância para a mandíbula tem tempo suficiente para se recuperar e desenvolver-se como uma criança normal no tempo.

Uma preocupação é a hipoplasia maxilar estética. A aparência rebaixada da mandíbula pode atrair atenção indesejada e pode tornar o paciente desconfortável. Os hóspedes podem tornar difícil para comer, e pode causar problemas no futuro para o paciente. Por ambas as razões, a cirurgia pode ser recomendada para corrigir o problema. Isto deve ser feito em consulta com um ortodontista que pode trabalhar sobre a substituição de dentes na boca.

Algumas pessoas têm essa condição devido a uma doença genética ou anormalidade de desenvolvimento, por exemplo, pode estar associado à fissura labiopalatal. Outros podem desenvolver hipoplasia maxilar, geralmente como resultado do mau planejamento de extrações dentárias. Se os dentes são removidos do maxilar superior, que não pode ser desenvolvida, e pode tornar-se deprimido ao longo do tempo. A avaliação completa pode determinar a causa, o que pode ajudar os médicos a identificar outros problemas médicos que podem precisar de atenção.

O tratamento da hipoplasia mandibular requer cirurgia reconstrutiva. A extensão da cirurgia depende do grau de subdesenvolvimento e configuração dos ossos faciais e os músculos circundantes. Em essência, a mandíbula foi reconstruída com uma série de enxertos ósseos. A cirurgia reconstrutiva é normalmente realizada por um cirurgião oral e maxilofacial para avaliar a condição e fazer recomendações com base na história, desenvolvimento, severidade da condição e idade. Este tipo de cirurgia reconstrutiva é bastante complexo, como a mandíbula inferior serve a muitos propósitos e funções, além de ser uma característica natureza estética facial primária. No entanto, muitas cirurgias são muito bem-sucedidas, tanto no reforço características faciais e corrigir ou atenuar as complicações que podem ocorrer devido à hipoplasia.

Observação: O principal agente teratogênico causador da hipoplasia maxilar é o álcool.

 

Hidrocefalia:

Hidrocefalia é um acúmulo de fluido dentro do crânio, que leva ao inchaço do cérebro. A hidrocefalia se deve a um problema com o fluxo do fluido que cerca o cérebro. Esse fluido é chamado líquido cefalorraquidiano ou LCR. Ele envolve o cérebro e a medula espinhal e ajuda a amortecer o cérebro. O LCR normalmente circula pelo cérebro e medula espinhal e entra na corrente sanguínea. Os níveis de LCR no cérebro podem subir se: o fluxo de LCR for bloqueado; ele não for absorvido pelo sangue adequadamente; ou o cérebro produzir muito dessa substância.

A hidrocefalia pode ter início quando o indivíduo é um feto crescendo no útero. É comum em bebês que tenham uma mielomeningocele, um defeito congênito em que a coluna espinhal não fecha adequadamente. A hidrocefalia também pode ocorrer devido ao seguinte: defeitos genéticos e determinadas infecções durante a gravidez.

Em bebês com hidrocefalia, faz com que a moleira fique protuberante e a cabeça fique maior que o esperado. Os sintomas iniciais também podem incluir: olhos que parecem olhar para baixo; irritabilidade; ataques; suturas separadas; sonolência e vômitos.

A meta de tratamento é reduzir ou prevenir dano cerebral melhorando o fluxo de LCR. Pode ser feita cirurgia para reduzir um bloqueio, se possível. Se não, um tubo flexível chamado shunt pode ser colocado no cérebro para redirecionar o fluxo de LCR. O shunt envia o LCR para outra parte do corpo, como para a área da barriga, onde ele pode ser absorvido. A criança precisará de check-ups regulares para certificar-se de que não há problemas adicionais. Regularmente, serão feitos exames para verificar o desenvolvimento da criança e para saber se há problemas intelectuais, neurológicos ou físicos.

Observação: Os agentes teratogênicos causadores da hidrocefalia podem ser o toxoplasma, a varicela e o citomegalovírus.

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